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DROGADA SIM, GRAÇAS À DEUS!

Basta-me fechar os olhos: Logo sinto
O perfume de quem jamais pude tocar.
É um aroma inebriante e conhecido,
Que inalo com prazer, me drogando com o ar.

Sinto então tua presença amada,
Me envolvendo e me despindo rápido,
Ah, doçura doce! Ah, pureza imaculada!
Quem presenciasse chamaria de pecado...

Mas essas mãos ásperas, que vagueiam em minha pele nua,
São dádivas de um único amor verdadeiro,
De almas amantes, genuínas e puras!

Se esse perfume é minha droga, paciência;
Me drogarei mais e mais, com ansiendade,
Deixando o restante, por conta das reticências...


                       À JAIR MIRANDA
                           *****
RÚBIA BOURGUIGNON
Enviado por RÚBIA BOURGUIGNON em 20/09/2005
Reeditado em 27/12/2005
Código do texto: T52199
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre a autora
RÚBIA BOURGUIGNON
Vila Velha - Espírito Santo - Brasil, 55 anos
193 textos (20241 leituras)
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