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VERTIGEM

Sentindo o vago, sem nenhum acalanto
E ouvindo o vento em angustiado canto,
Pairo no ar sem saber porquê.
Tentando pensar, nem sei o quanto,
Encontro um vazio a torturar-me e, em prantos,
Fico aqui assim, a sofrer...

E assim, se vai ou vem a vida,
A vida que, durante tempos contida,
Senti rodopiar dentro de mim.
Quis explodir, vir à tona, mas como?
Sempre calada, quieta e em berço tonto,
Vagou sem destino e terminou assim!

Foi a criança que desfaleceu,
Foi o sonho que despertou
E encontrou a realidade má...
Foi o pássaro que não voou,
Foi o palhaço que se entristeceu
E que hoje, vive a chorar!
RÚBIA BOURGUIGNON
Enviado por RÚBIA BOURGUIGNON em 28/09/2005
Código do texto: T54606
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre a autora
RÚBIA BOURGUIGNON
Vila Velha - Espírito Santo - Brasil, 55 anos
193 textos (20242 leituras)
(estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 10/12/16 07:33)