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UMA VIDA, APENAS!

Que proveito há
numa mulher tão triste
E impedida de amar?

Que proveito há,
Num par de olhos perdidos
Entre lágrimas, a chorar?

Que proveito posso tirar
Dos braços no corpo, caídos,
de um peito carente e vazio?

Não há proveito, só tormento!
Nem mesmo esperança, só sofrimento,
Só amargura, só receio...

Proveito nenhum pode haver.
Pavor, por certo, em imaginar
Que talvez, depois... tenha que renascer!

RÚBIA BOURGUIGNON
Enviado por RÚBIA BOURGUIGNON em 04/10/2005
Código do texto: T56540
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre a autora
RÚBIA BOURGUIGNON
Vila Velha - Espírito Santo - Brasil, 55 anos
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