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PERPLEXIDADE


             

Cobres tua boca com ficção,
finges que é tempestade,
insano furacão que apaga os gestos
do beijo, do sexo, da felicidade.

Agora que surge o motim,
assistes calado, em tropeços,
verdades que são ditas inteiras,
abertas, sem fins nem começos?

Fico a pensar na felicidade,
seu todo, seu tudo e seu tão.
Penso, penso e sempre me perco,
tentando encontrar o meu chão.

31/04/2007


Vera Sarres
Enviado por Vera Sarres em 12/11/2007
Código do texto: T733595

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Sobre a autora
Vera Sarres
Rio de Janeiro - Rio de Janeiro - Brasil
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