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Foi dito....

Que os ventos me sopram ateando amor
que paz em poesia bordo, que sou eu a emoção
em quimeras de ilusões. Que fui eu um clamor
plantando semente pulcra adubada em perdão
brotando em lírios e tílias braçadas de ardor ...

Que minhas mãos direcionam o fervor
dos sensos extremos erguendo condão
na presença da palavra, ateio abonador
que insuflando inversos afino o cordão...

Que valsando zéfiro desatino abrasador
com um único destino flanar na oração
redimindo pecados cavoucados na dor...
que no vergel sou beija-verso flor coração.

Que beijo-poesia beijo-poema um beija-flor!
que sou como a rosa de Luxemburgo na canção
sem que perca a doçura de Guevara onde for
tantas letras escritas, inspiradas por você leitor...

Que neste momento a poetisa  carpiu na liturgia
que caçou as franzes das frases que iluminaram esse dia
no ultimo verso sem rima, dizendo obrigado, a você que inspira
o meu sentir diverso, a minha homilia na sincoparia...
Foi dito, o nascer da poesia!

“A Poetisa dos Ventos”
Deth Haak
14/7/2006 


O multiplique-se  Aleluia,  te espera veja quem  ja multiplicou
te espero poeta e poetisa, adornando meu gozar de amor.
Deth Haak
Enviado por Deth Haak em 14/07/2006
Código do texto: T194059
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Sobre a autora
Deth Haak
Natal - Rio Grande do Norte - Brasil, 57 anos
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Deth Haak