Capa
Cadastro
Textos
Áudios
Autores
Mural
Escrivaninha
Ajuda
Textos
Texto

Manuscrito em sangue



Rio carmim que escorre do pulso
Tinjo a pena no liquido escarlate e escrevo
Versos que tristes evocam a nostalgia equivocada
De distantes lugares onde nunca estive livre

A Dor sempre renasce ao fitar o horizonte
Paisagem crepuscular em que me vejo refletido
Imagem despedaçada de narciso afogado
Ritos sublimes em plena decadência

Talvez como uma fênix condenada à velhice
Sem se banhar em fogo e ergue-se das cinzas
Contemplo minha patética face em pranto

A Dor faz de mim sua eterna morada
Preso em mim o sonho mutilado pelas as eras
E assim floresce o absurdo manuscrito em sangue.


Chronos Sigdhara
Enviado por Chronos Sigdhara em 19/08/2006
Código do texto: T220085
Enviar por e-mail
Denunciar

Comentários

Sobre o autor
Chronos Sigdhara
Gama - Distrito Federal - Brasil, 33 anos
91 textos (2205 leituras)
(estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 05/12/16 02:54)
Chronos Sigdhara