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MARREQUINHA

A flutuar na placidez do lago,
A marrequinha de alvejantes penas
Estava triste a espera de um afago
Do ausente amor à caça de falenas.

Pobre marreco que no afã tão vago
Morre distante em amarguras cenas!
E a solidão em crucial pressago,
Rói, na marreca, as ilusões terrenas.

Assim, também, no lago da existência
Da minha vida, em triste penitência,
À espera de um amor que se acabou,

Fico aguardando, silencioso e triste,
Nas duras penas que em meu peito existe,
Uma mulher que nunca mais voltou!...
Lucan
Enviado por Lucan em 26/02/2006
Reeditado em 08/04/2006
Código do texto: T116410
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Sobre o autor
Lucan
Salesópolis - São Paulo - Brasil, 85 anos
1985 textos (86938 leituras)
(estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 03/12/16 09:32)
Lucan