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PERDÃO

“Escreva o que quiser”, você me diz.
Ó céus! O que eu queria assim dizer,
Ah! não pode ser dito. Eu sou feliz,
Mas não tenho esse esplêndido poder.

Eu sou o meu enérgico juiz:
Ah! como posso, indócil, escrever
Que a amo? Se não posso, de infeliz
Choro no poetar de meu viver.

Era como apagar a luz do sol,
Como encobrir a graça do arrebol,
Impedir o pulsar do coração.

Minha linda, por isso me abstenho
De lhe escrever, e, nestes versos, venho,
De joelhos, pedir o seu perdão!
Lucan
Enviado por Lucan em 02/09/2006
Código do texto: T230963
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Sobre o autor
Lucan
Salesópolis - São Paulo - Brasil, 85 anos
1985 textos (86938 leituras)
(estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 03/12/16 13:46)
Lucan